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O “choque fiscal” para aumentar a oferta de casas, anunciado há um ano pelo Governo, demorou oito meses a sair do papel e só entrou em vigor em maio, período durante o qual os preços subiram e as transações caíram.
“Oferta, oferta, oferta” tem sido uma expressão repetida, em diversas ocasiões, pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, pelos ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, por deputados de vários partidos e até pelo governador