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O sentido de liberdade de Jorge Palma e as “tantas e tão boas canções” que compôs são lembradas hoje por instituições como o Coliseu do Porto e o Museu do Aljube, em Lisboa, numa reação à morte do músico.
O Museu Bordalo Pinheiro, na capital, por seu lado, fala da música do cantautor, “que muitas vezes é um manguito às coisas más da vida”. Por isso, “hoje, apetece-nos fazer um manguito à tua morte”, escreve o museu nas suas redes sociais. E lembra a participação de Jorge Palma na exposição “Toma