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O procurador-geral da República (PGR) defendeu hoje que o escrutínio parlamentar das entidades que combatem a corrupção não deve ser mero policiamento, mas um incentivo a que a Assembleia da República impeça o “enfraquecimento silencioso” daquelas instituições.
“O escrutínio não deve reduzir-se a uma mera ação de fiscalização ou policiamento. É indispensável que a interação entre as diferentes instituições do Estado possa servir como canal de aprendizagem mútua”, afirmou Amadeu Guerra na sessão