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O ministro da Educação, Ciência e Inovação reconheceu hoje que os candidatos da segunda fase ao ensino superior são os mais prejudicados com os atrasos nas correções dos exames, confiando que as instituições tenham “mecanismos” para a sua integração.
“Nas alterações de calendário que nós fizemos, eu diria que este é, de facto, o efeito mais negativo para um conjunto de alunos que, apesar de tudo, são cerca de 10% dos alunos que entram no ensino superior em Portugal, mas obviamente são importante