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A Inspeção-Geral de Atividades em Saúde (IGAS) admite “acidente obstétrico súbito e imprevisível” e arquivou o processo de esclarecimento aberto ao caso da grávida que em 2025 perdeu o bebé após o parto, depois de assistida em cinco hospitais.
Com base nas conclusões de inquéritos internos dos cinco hospitais, abertos para averiguar a assistência prestada à grávida desde que primeiro recorreu às urgências do Hospital de Setúbal até ao dia do parto induzido, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa,