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Os operadores de telecomunicações de emergência da Proteção Civil iniciam hoje uma greve que se prolonga até sexta-feira para exigir a criação de uma carreira própria, mas sem comprometer o socorro às populações.
Segundo Alexandre Carvalho, presidente do Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP), não haverá falhas no socorro, com os serviços mínimos completamente assegurados ao longo da greve que, em termos práticos, se iniciou às 20:00 de domingo,