This post was originally published on this site
O presidente do Chega disse hoje que tentou “até à última hora” um consenso com o Governo sobre a lei laboral, e rejeitou que o chumbo da proposta tenha sido “cálculo político”.
“Procurei até à última hora que fosse possível chegar a um consenso. O que não posso, porque a consciência não permite e porque os eleitores também não o permitiriam nem aceitariam, é trair a visão fundamental que temos de que uma reforma, ou dita reforma laboral, possa transformar-se num instrumento de perseguição sobre