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Cinquenta anos após a aprovação da Constituição de 1976 (2 de abril) – e o processo constituinte, alicerçado nos princípios da descentralização e autonomia, trouxe para as duas regiões insulares estatutos político-administrativos e órgãos legislativos (e de governo) próprios –, a Madeira encontra‑se perante um paradoxo histórico: celebra a sua maturidade democrática, mas ao mesmo […]