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A
crescente longevidade da população portuguesa não está a ser acompanhada por um
planeamento individual estruturado para assegurar a qualidade de vida nos anos
adicionais. Na área do investimento financeiro, seis em cada dez portugueses
poupam atualmente, mas sobretudo a pensar em imprevistos de curto prazo e não
no complemento dos seus rendimentos na reforma, revela um estudo da BPI Vida e
Pensões.
Intitulado
“Pensar o Futuro: como os Portugueses investem no seu futuro em saúde, relações
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