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As restrições legais ao arrendamento de curta duração nas cidades mais turísticas têm “apenas efeitos marginais” na resolução da crise habitacional, afirmou hoje o vice-presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL), Luís Mendes, numa conferência internacional do setor.
Defendendo uma política mista para a combater o problema, Luís Mendes defendeu que “sem aumentos estruturais na oferta de habitação, a regulamentação do arrendamento de curta duração, por si só, tem apenas efeitos mar