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Um ativista português envolvido na Flotilha Global Sumud para Gaza denunciou hoje ter sido torturado física e psicologicamente durante dois dias pelo exército israelita depois de a embarcação em que seguia ter sido intercetada por Israel.
Em entrevista à Lusa, Nuno Gomes, de 56 anos, antigo motorista de mercadorias internacionais, adiantou que o exército israelita “travou a campanha marítima”, que envolvia 58 embarcações e 181 ativistas que pretendiam romper o bloqueio naval israelita e a abrir