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A fatura energética representou 17,6% do défice comercial de mercadorias em 2025, o valor mais baixo da década, numa altura em que a tensão no Golfo volta a colocar o petróleo no centro dos mercados energéticos.
Segundo a publicação Fatura Energética Portuguesa 2025, da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o saldo importador de produtos energéticos fixou-se em 5.579 milhões de euros em 2025, menos 5,3% do que no ano anterior.
Este saldo – que corresponde à diferença entre importações e ex