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Quatro organizações alertaram ontem para a existência de mais de 600 mil pessoas em pobreza energética severa, para as quais as soluções são pouco eficientes, e deixaram sugestões, como programas mais estruturados e integrados.
Segundo as organizações, falhas nos programas de eficiência energética “agravam frustrações das famílias”, pelo que deveria haver programas de apoio que respondessem às necessidades reais das habitações, como isolamento térmico e substituição de janelas e portas, em detri