Governo português recusa alarmismo e arriscar comprometer “o que foi conquistado”

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O ministro dos Assuntos Parlamentares assinalou hoje que o Governo recusa “soluções fáceis ou imediatistas geradas no alarmismo” e não vai comprometer “o que foi conquistado” nos últimos anos, ao abordar as consequências da guerra no Irão.
Carlos Abreu Amorim considerou que as consequências económicas do conflito no Médio Oriente são “imprevisíveis na sua duração” e “impossíveis de calcular na dimensão da sua gravidade e efeitos colaterais”. 
“É precisamente por causa disso que o Governo recusa

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