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O antigo primeiro-ministro social-democrata Pedro Passos Coelho afirmou hoje que “nunca se achou um inútil para a política” e rejeitou excluir um eventual regresso, realçando que se tal acontecer “não será pelas melhores razões”.
Na conferência que assinalou o 5.º aniversário do Instituto “+Liberdade”, no Museu do Oriente, em Lisboa, Pedro Passos Coelho recuou oito anos, altura em que saiu da liderança do PSD, após ter sido questionado por uma participante na plateia sobre o seu futuro político