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Quase 570 mil mulheres trabalhadoras em Portugal tinham vínculos precários em 2024, o equivalente a 25,6% do total, sendo que a situação agrava-se entre as jovens trabalhadoras com a taxa a ser superior a 50%, conclui um estudo da CGTP.
“O emprego tem aumentado, mas à sobretudo à custa dos vínculos precários, com sete em cada dez trabalhadores a encontrar emprego através de contratos não permanentes”, aponta o estudo elaborado pela Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP, para