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A Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger (APSA) defendeu, esta segunda-feira, um acompanhamento frequente e integrado na saúde e na educação, alertando que sem o apoio necessário as pessoas com a perturbação ficam dependentes para toda a vida.
“O Estado devia pensar que se investisse como deve ser nestas pessoas, elas nunca seriam um “peso”, com subsídios e com problemas mentais e com problemas de desemprego e com problemas de depressões, quer para a pessoa em si, quer para as famílias”,