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O Presidente da República considerou hoje António Lobo Antunes “um símbolo mais” da identidade de um Portugal aberto, fraterno e universal, onde as caravelas são mais do “futuro a viver” do que do passado.
Num discurso que encerrou a missa de corpo presente de António Lobo Antunes, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa sustentou que evocar o escritor falecido na quinta-feira, aos 83 anos, “é evocar a urgência de antecipar do futuro”, com essa urgência a ser diferente para cada um “dos inúmeros Antó
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