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A escritora Lídia Jorge incitou hoje à vigilância sobre a Inteligência Artificial (IA), numa defesa do “pensamento autónomo e singular”, na sua intervenção durante a entrega do Prémio Pessoa 2025, em Lisboa, de que é a vencedora.
Para a autora do romance “Misericórdia” (2022), “no mundo de hoje, decomposto, à beira do estado de alucinação”, a linguagem, a Poética, o pensamento são determinantes, tal como a vigilância sobre o poder das máquinas e da falsidade difícil de desmontar.
“A IA generativ
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